Bonecas Sexuais Humanas - Segunda Parte: Dois Lados
Enquanto isso no escritório da Interpol, um homem conhecido por ter olhos de águia por todo o mundo, estava a procura do principal responsável pela criação do software TOR. Tomando conta de uma investigação de meses e que já flagrou milhares de casos de pedofilia através da rede TOR, casos de assassinatos e venda de drogas, as investigações para achar o principal desenvolvedor do software estavam demoradas, a rede TOR não dava pistas de quem criou o sistema e nem o endereço virtual da máquina usada, a rede usa diferentes ips fantasmas para conseguir acesso, e os arquivos dos sites vem dos computadores de quem já usou, nunca levando a Interpol aos endereços originais das pessoas que já usaram a rede. É um software de código aberto onde todos podem contribuir para seu melhoramento. Mas tudo em anônimo.Albert, os olhos de águia. Já havia feito cinco prisões a parti de rastreamentos dentro da rede TOR, porém os hackers usavam uma versão de Linux instalada dentro de um cartão SD para acessar a rede TOR, não deixando provas do que faziam, por que quando a policia chegava o cartão SD era destruído antes deles pegarem, e os hackers acabavam soltos por falta de provas. Albert odiava não realizar seu trabalho direito, pensando nisso, resolveu criar um software a altura do TOR se baseando na mesma rede para que ao invés de esconder o IP ele amostra-se o IP original, após alguns dias de trabalho depois do software pronto, a Interpol usou o próprio site de download do TOR para divulgar seu software, conseguindo assim fazer uma série de prisões em massa pelo planeta. Porém nem todos caíram nessa cilada e ainda sim eles não acharam o responsável pela criação do software original, porém ao longo do tempo eles foram atualizando o software falso para se igualar ao TOR e fazendo com que a pessoa fique ou não em anônimo, por que o lado negro da internet não é só feito de coisas ruins, também existe muitas coisas boas por lá. Albert estava cansado após mais um dia de investigação e então rendeu-se a um cigarro e um copo de café quente. Ele conversava muito com sua parceira, a detetive Sophia, uma loira alta, com roupas simples de uma mulher, mas diferente, pois ela usava tênis ao invés de sandália e tinha atitudes de homem, e os sentimentos de uma mulher.
Enquanto isso Lenon está completamente fascinado por um fruto de sua criação, sem a rede TOR aquilo ali jamais poderia ser comercializado, era um obra de arte, porem viva, em sua concepção sobre a crueldade envolvida, ele achava desnecessário tanta tortura, porém agora ele estava servindo como um psicólogo pra ela, uma criança como essa está totalmente renascida e vivendo para o único propósito que foi lhe ensinado. Lenon comprou Luna para descobrir um pouco mais sobre o que sua criação poderia gerar. Mas acho que os resultados nunca são bons. Ele estava no quarto com Luna, um quarto escuro e antigo, com uma cama ao fundo no canto direito da parede, pratilheiras com livros antigos, velas ao redor do quarto para iluminar, não havia janelas e a porta era totalmente grossa, que impedia o som de atravessar. Parecia um quarto bastante antigo e medieval. Luna estava pendurada em um gancho pelos one-rings próxima a cama onde Lenon estava sentado.
- Eu já lhe ensinei sobre bastante coisa, mas antes de continuarmos eu preciso saber. O que você sabe sobre confiança? - perguntou Lenon esperando uma resposta positiva sobre isso.
- Eu entendo o suficiente para não confiar em ninguém, muito menos em você. - respondeu Luna com sua voz serena.
- Eu acho que entendo, até por que foram humanos como eu que fizeram isso com você. - disse Lenon não satisfeito com a resposta.
- Eu passei dois anos da minha vida sendo abusada até ser transformada nisso aqui, acha que eu escolhi ser abandonada num orfanato pra ser comprada por um doente ganancioso? Eu fui obrigada a passar todo tipo de humilhação e abuso. - disse Luna com uma certa raiva. Embora fosse apenas uma criança, Luna era inteligente e entendia bem como era a vida e o relacionamento com pessoas de todas as idades, aprendeu bastante sozinha no orfanato.
- Desculpe-me, a culpa disso tudo é minha de uma certa forma. Não quero que entenda isso agora. - disse Lenon desapontado consigo mesmo. Luna esqueceu de avisar que tinha que ir ao banheiro, então acabou defecando no chão do quarto e se mijando. Ela ainda não sabe direito as horas certas por seu cérebro ter ficado confuso após as torturas que passou.
Enquanto isso Albert tomava café com a detetive Sophia, ambos debatiam sobre a investigação.
- Acha mesmo que em alguns anos pegaremos o responsável por isso? - perguntou Sophia.
- Não acredito que será em alguns anos, acredito talvez em dias. - respondeu Albert.
- Como assim em dias? Não estamos tendo mais progresso na investigação Albert, como podemos em dias conseguir um progresso ao ponto de pegarmos o responsável por isso? - perguntou Sophia um tanto séria.
- Você sabe como sou conhecido não é?! - respondeu Albert calando Sophia de uma vez por todas, fazendo ela lembrar que se não fosse por Albert, ela jamais teria entrado pra Interpol.
Sophia era uma detetive da cidade de Nova York, resolvia homicídios quase sempre, porém um dia ela se meteu em um homicídio que a levou a um grande golpe que envolvia o governo mundial, ela era tão boa no que fazia que seguindo algumas pistas sobre a morte de uma mulher que fazia a segurança do prefeito, chegou a um golpe de estado que envolveu a Interpol e todas as agências de segurança nacional do planeta, ajudando a Interpol, Sophia conheceu Albert e ajudou ele a achar o principal responsável do golpe que consistia em abalar a economia mundial e dizimar o Estados Unidos o colocando como culpado em massa pela maior crise econômica do mundo. Após resolver esse caso ao lado da Interpol, ela foi chamada por Albert para fazer parte da equipe.
- Albert, o que você pretende fazer para capturar o responsável pelo software? - perguntou Sophia terminando seu cigarro.
- Eu não costumo revelar meus passos a quase ninguém, mas, eu descobri um computador com um IP vindo da China, ele está ligado a exato seis meses, desde que o software surgiu, e até onde sabemos, o servidor vem de um computador convencional, e não deu uma grande empresa ou host grande. Esse computador costuma trocar de IP toda hora, mas, agora que temos um software com uma I.A inteligente, conseguimos ir a fundo atrás do endereço desses IP's. - respondeu Albert e logo após deu seu ultimo gole no café.
- Você é realmente brilhante. - disse Sophia admirada.
- Em algumas horas ou dias, teremos um endereço e iremos pegar o desgraçado. - disse Albert levantando-se para voltar a central da Interpol.
- Finalmente essas noites mal dormidas acabarão. - disse Sophia levantando-se também.
Enquanto isso Lenon estava limpando os dejetos de Luna.
- Desculpe por não ter avisado. - disse Luna sem expressão.
- Não tem problema, no manual dizia que isso iria acontecer. - disse Lenon normalmente.
- Olha o que eu disse sobre confiar nas pessoas, temos até manuais de instrução. - disse Luna meio nervosa agora.
- Você é diferente agora, eu preciso saber como você funciona. - disse Lenon tentando fazer ela entender.
- Funciona? Eu sou um robô ou uma boneca? - perguntou Luna em tom sarcástico.
- Não leve a mal, eles exageram nessas coisas, não quero que você crie raiva das pessoas, quero que você as entenda e odeie as pessoas ruins. - explicou Lenon para Luna que não compreendia bem a meta de Lenon.
Enquanto isso nos escritórios da Interpol, um dos computadores centrais emitiu um alerta, Albert ficou completamente sorridente.
- PEGAMOS ESSE FILHA DA PUTA! - gritou Albert para todos ouvirem.
Após algumas horas eles chegaram até uma ilha perto da China, desceram fortemente armados e invadindo uma enorme casa, enquanto isso o celular de Lenon apitou, era uma ligação de um dos desenvolvedores.
- Eles chegaram. - disse a voz na linha.
- Execute o plano. - disse Lenon com satisfação e desligou, completamente sorridente.
Os policiais invadiram a casa, começaram pela sala de lazer, olharam tudo, depois foram para a sala de estar. Enquanto isso Lenon pela primeira vez usa sua boneca sexual para lhe satisfazer, obrigando ela a fazer sexo oral. Os policiais estavam revistando a cozinha, enquanto Albert liderava um grupo armado até o segundo andar, Albert revistou o quarto maior da casa. Lenon estava tendo um pouco de prazer enquanto Luna fazia sexo oral nele, e ele gemia. Albert revistou junto com sua equipe cada parte do andar de cima, enquanto o resto da equipe de Sophia revistava o primeiro andar, após não encontrarem nada no primeiro andar, Sophia subiu e conseguiu chegar até Albert. Lenon estava praticamente perplexo com o oral de Luna, estava gemendo muito. Albert olhou para o fim do corredor e viu uma sala que parecia um escritório, ele e Sophia foram andando calmamente até lá, ao chegarem perto da porta, ouviram um barulho alto, parecia ser alguém. Lenon estava quase gozando com Luna. Ao se aproximarem mais da porta, viram alguém sentado em uma cadeira e um computador encima da mesa, ao invadir, ficaram em choque com a cena. Lenon havia gozado em Luna. Havia alguém amarrado a cadeira e a pessoa segurava um cartaz dizendo para eles correrem, Albert ficou sem entender e então Sophia olhou para o computador onde havia uma contagem regressiva faltando apenas oito segundos, ela mostrou para Albert que no mesmo instante começou a correr, não dando muito tempo de escapar, a bomba explodiu arremessando Albert e Sophia longe. Lenon estava satisfeito em seu castelo nas ilhas próximas ao Japão.
Continua?





Boa madrugada. O conto continua ou termina aqui?
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